Bio

Cantora, compositora e educadora, teve reconhecimento nacional e internacional, após o lançamento do primeiro disco BRASILIANDO (1° edição do “Natura Musical”, 2005).

Cultivadas parcerias sociais e culturais, Júlia lança o disco “Voz Violão Essência” (2013). Mais consciente e madura, remarca e pontua um tempo de reorganização do repertório musical ainda mais forte e latente, com revisitação às obras do pai Marku Ribas e idealizado o “Festival Minas Canta Marku”, lança o EP “De Volta Pra Casa” (2019).

Em sensível encontro com suas poesias e composições autorais, Júlia Ribas ressignifica e expõe sua feminilidade detentora de legados e com o rompimento de um silêncio, expõe-se com o EP “Tempo” (2020), e quase que uma simbiose de suas revisitações e em novo formato de “estado de palco” durante a pandemia, transforma todo seu trabalho em uma verdadeira celebração à música e à vida, ecoa então através de Lei Aldir Blanc o álbum “Lágrima Seca” (2021).